— Sua bunda é linda — fala sem fôlego com as bochechas ainda
vermelhas do orgasmo.
— Esse é o cu de um matador, Cema… — Repondo, pensando na
primeira vez que me alimentei e na vida que ceifei sem querer.
— Você é lindo, de todas as maneiras possíveis!
Suas palavras são honestas, mas no meu coração não consigo
aceitá-las, não depois do horror que vi refletido nos seus olhos quando entrei
naquele set de gravações improvisados, ou como me olhou quando descobriu que eu
era igual àquela mulher.

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