— Greg? — pergunto, assustada, vendo uma figura humanoide
saindo da parede.
— Para onde você acha que vai? Nós ainda não terminamos —
diz, me fazendo ficar sem ar.
Acho que, para outras pessoas, talvez essa figura seja
assustadora, mas não para mim. É reconfortante ver uma forma humanoide dele,
como se eu conseguisse ver uma manifestação real, não só uma voz que me segue
pela casa.
— Desde quando você pode fazer isso? — Não consigo me
segurar, é obvio que ele quer mais, que quer aproveitar, mas minha cabeça está
rodando em pensamentos, indo para todas as direções e pensando em todas as
possibilidades possíveis.
— Eu não sabia — admite, baixinho. — Mas eu não quero pensar
nisso, eu só quero sentir você, porque essa é a única coisa que importa agora.

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